Nem só de sonhos vivemos,
Em vida também podemos
Viajar por outros tempos.
E quem pinta sou eu
o brilho, neste escuro, é meu
Mesmo havendo um rei, sou plebeu.
Plebeu sim, mas dono do meu
Destino.
A mão que guarda o pincel é minha
As curvas, cores e vontade que tinha
Tem meu sobrenome, à linha.
Linhas tortas, mortas
ou vívidas, todas sem portas.
Sem janelas, muros ou cordas.
Podem dizer que é lei
ter que acreditar, seguir este rei.
mas tolo eu não serei.
Artista sim, mas dono da minha
Pintura.

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